{"id":93311,"date":"2020-03-08T10:00:46","date_gmt":"2020-03-08T17:00:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.questionpro.com\/blog\/?p=93311"},"modified":"2020-03-08T10:00:46","modified_gmt":"2020-03-08T17:00:46","slug":"lideranca-feminina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.questionpro.com\/blog\/pt-br\/lideranca-feminina\/","title":{"rendered":"Mulheres em posi\u00e7\u00e3o de destaque: uma realidade crescente nas empresas!"},"content":{"rendered":"
Dizia Sandi Redenbach que o l\u00edder deve ser um colecionador de sonhos. Caso algu\u00e9m n\u00e3o saiba, Redenbach \u00e9 uma mulher, uma das educadoras e especialista em liderar o mundo mais solicitada, com um enorme trabalho em pesquisa cerebral, intelig\u00eancia emocional, auto-estima, educa\u00e7\u00e3o alternativa e disciplina nas salas de aula para estudantes de alto risco.\u00a0<\/span>Esses assuntos, sem d\u00favida, est\u00e3o mais pr\u00f3ximos do novo tipo de lideran\u00e7a: lideran\u00e7a feminina, que tamb\u00e9m \u00e9 definida por uma vis\u00e3o panor\u00e2mica de longo prazo; facilidade de resolu\u00e7\u00e3o de conflitos atrav\u00e9s do di\u00e1logo e preponder\u00e2ncia de empatia versus competi\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, os par\u00e2metros para medir intelig\u00eancia, efic\u00e1cia, efici\u00eancia e aplicabilidade mudam com essa nova maneira de liderar.\u00a0<\/span><\/p>\n Se olharmos para tr\u00e1s, a hist\u00f3ria est\u00e1 cheia de lideran\u00e7a feminina, embora algumas\u00a0 tenham sido consideradas loucas e incendi\u00e1rias como Joana d’Arc (1412-1431) ou Agustina de Arag\u00f3n (1786-1857). Eva Per\u00f3n (1919-1952) tamb\u00e9m era especialista em liderar \u00e0 sua maneira: com la\u00e7o, salto alto e glamour. Muitos a amavam. Outros a odiavam, mas ela era sem d\u00favida a primeira dama fundamental no desenvolvimento do chamado peronismo. O peronismo ou justicialismo \u00e9 um movimento pol\u00edtico argentino que surgiu em meados da d\u00e9cada de 1940 em torno da figura de Juan Domingo Per\u00f3n e de um n\u00famero consider\u00e1vel de sindicatos. Desde o seu surgimento, teve uma influ\u00eancia importante na pol\u00edtica da Argentina.<\/span><\/p>\n Voc\u00ea conhece a express\u00e3o \u201cDama de ferro\u201d? Margaret Tatcher (1925-2013) n\u00e3o apenas mostrou que ela podia, como tamb\u00e9m foi a primeira-ministra do Reino Unido de 1979 a 1990, e a pessoa que ocupou esse cargo por mais tempo em seu pa\u00eds. Golda Meir (1898-1978) foi a quarta ministra de Israel e tamb\u00e9m obteve o status de “dama de ferro” e intransigente.<\/span><\/p>\n Felizmente, algumas d\u00e9cadas atr\u00e1s – n\u00e3o muitas – ser ponta de lan\u00e7a, raio de esperan\u00e7a e farol de luz n\u00e3o recebe mais desqualifica\u00e7\u00f5es t\u00e3o repugnantes. Temos a filha de Sukarno, quinta presidente da Indon\u00e9sia, Megawati Sukarnoputri, que foi admirada n\u00e3o apenas pelos locais, mas tamb\u00e9m pela comunidade internacional. Malala, a defensora infantil da educa\u00e7\u00e3o para mulheres, foi perseguida no Paquist\u00e3o e v\u00edtima de ataques, mas, por outro lado, recebeu o pr\u00eamio Nobel com apenas 17 anos.<\/span><\/p>\n Liderar em feminino ainda \u00e9 um sonho daqueles a serem colecionados, segundo Redenbach. Na Europa, a recomenda\u00e7\u00e3o da cota recomendada de 40% de mulheres nas empresas de capital aberto n\u00e3o \u00e9 cumprida. Vamos l\u00e1, para conseguir um futuro lobby europeu feminino, restam pelo menos 50 anos.<\/span><\/p>\n Existe um muro de gravatas nos Conselhos de Administra\u00e7\u00e3o da Espanha e da Europa; embora medidas tenham sido tomadas: na Espanha, a presen\u00e7a de mulheres na lideran\u00e7a de empresas aumentou discretamente 6,6%. Na Fran\u00e7a, o percentual \u00e9 de 18%. Discreto, mas n\u00e3o tanto. Apenas tr\u00eas de cada cem empresas na Uni\u00e3o Europeia t\u00eam uma mulher como CEO.<\/span><\/p>\n Continuamos a revisar dados recentes. Dos 190 chefes de estado, poucas s\u00e3o mulheres. A porcentagem de gerentes seniores feminino no mundo mal chega a 16% e nem mesmo em ONGs tem o cetro de comando (apenas 20%).<\/span><\/p>\n Nos Estados Unidos, muitas diretivas escolhem sua carreira e decidem n\u00e3o ter filhos. Outros abandonam suas perspectivas e empregos brilhantes para se dedicar \u00e0 maternidade.<\/span><\/p>\n Contra a indigna\u00e7\u00e3o, proponho medidas. Melhor agir do que reclamar. Lidere e comece com voc\u00ea mesmo: negocie seu sal\u00e1rio, como a maioria dos homens; n\u00e3o se subestime, pare de atribuir seu sucesso a causas externas ou, por exemplo, \u00e0 sorte. Voc\u00ea n\u00e3o ter\u00e1 sucesso se n\u00e3o acredita que o merece e, \u00e9 claro, abandone esse horr\u00edvel h\u00e1bito de discriminar outras mulheres. Voc\u00ea tem que apoiar e n\u00e3o esmagar.<\/span><\/p>\n Seria \u00f3timo se a nova lideran\u00e7a, da qual todos gostamos, a transversal, n\u00e3o fosse chamada de feminina. Isso n\u00e3o tem cor nem g\u00eanero. Como Redenbach, tamb\u00e9m coleciono sonhos: um mundo onde as mulheres n\u00e3o precisam escolher entre serem profissionais e m\u00e3es brilhantes. E que ser ambas as coisas n\u00e3o as escravize. Um mundo com c\u00f4njuges que contribuem para o ambiente dom\u00e9stico e que n\u00e3o veem a esposa como uma amea\u00e7a, nem como um jarro de flores. Acho que esse sonho est\u00e1 mais pr\u00f3ximo de ser realidade todos os dias. Pelo menos, quero pensar assim.<\/span><\/p>\n A lideran\u00e7a feminina deixar\u00e1 de ser um r\u00f3tulo e se tornar\u00e1 a maneira de ser e de ser e estar no mundo das mulheres, mas tamb\u00e9m dos homens. De maneira natural, sem vingan\u00e7a, preconceito e\u00a0 complexos.<\/span><\/p>\n Para agilizar seu processo de trabalho e para que tenha recursos que enriquecem seu projeto de pesquisa, utilize uma plataforma online de pesquisa, te convido a conhecer a<\/span> Questionpro<\/span><\/a>, uma solu\u00e7\u00e3o completa em pesquisa e intelig\u00eancia de mercado.\u00a0<\/span><\/p>\nLideran\u00e7a feminina na hist\u00f3ria<\/span><\/h3>\n
Lideran\u00e7a<\/span><\/h3>\n